A proibição foi comunicada a Vargas por meio de uma mensagem da própria rede social, onde ele fez questão de publicar um print do aviso. O comunicado informa que ele está impedido de realizar ou participar de lives e também de criar anúncios. Em suas palavras, Vargas afirmou: "Já estou em prisão domiciliar com tornozeleira pelos próximos 1 ano e 3 meses. Aos poucos querem me deixar sem redes sociais. É o medo das verdades que uma pessoa que não tem medo do sistema pode falar".
Atualmente, Tiago Vargas é proprietário de uma empresa de reciclagem localizada no Jardim Los Angeles, em Campo Grande, MS. O ex-policial civil e ex-vereador foi condenado a um ano e três meses de prisão por ofender uma figura política do estado. A pena foi convertida para prisão domiciliar, que teve início no dia 13 de abril.
De acordo com o ex-vereador, as restrições de uso das redes sociais devem começar a ser efetivas em aproximadamente um mês. A situação de Vargas levanta discussões sobre a liberdade de expressão e os limites impostos pela Justiça a indivíduos em situações semelhantes.
As dificuldades enfrentadas por Tiago Vargas refletem um contexto mais amplo de tensões entre figuras públicas e o sistema judicial, gerando debates sobre a atuação da Justiça em casos que envolvem liberdade de expressão e uso das redes sociais.






