O repasse financeiro de Lula a Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, está sendo alvo de investigação por parte da oposição. Um pedido já tramita na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado para que a Polícia Federal investigue a movimentação, que envolve cerca de R$25 milhões. Desse montante, mais de R$720 mil são transferências diretas entre pai e filho.
Na declaração de bens de Lula, há um total de R$7,4 milhões, sendo que a maior parte, R$5,5 milhões, está imobilizada em previdência privada. A CPMI do INSS aprovou a quebra do sigilo bancário de Lulinha, revelando a movimentação financeira e os repasses do presidente ao filho.
A movimentação financeira de Lulinha é significativa, ultrapassando R$4 milhões por ano em 2022 e 2023, com previsão de mais de R$7,2 milhões em 2024. Além disso, a oposição critica a postura do governo Lula em relação ao tráfico de drogas, destacando o afastamento do Brasil da coalizão internacional contra o tráfico.
A postura do governo é vista como uma priorização ideológica que ignora a segurança pública, desconsiderando pesquisas que apontam a preocupação da população com o tema. O governo Lula ainda se recusa a classificar grupos como PCC e Comando Vermelho como entidades terroristas, alegando motivações lucrativas.






