A investigação sobre a morte do fiscal tributário Roberto Carlos Mazzini, de 61 anos, no Jardim dos Estados, não acredita que o ex-prefeito Alcides Bernal tenha agido em legítima defesa. Segundo o delegado responsável pelo caso, o depoimento do funcionário da empresa de monitoramento revela que Bernal efetuou o segundo disparo, que teria atravessado a região da costela da vítima, de 5 a 7 segundos depois do primeiro. Se confirmado, a tese de legítima defesa do ex-prefeito fica descartada.
O delegado disse que a investigação não acredita que Bernal tenha premeditado o crime ou agido sob violenta emoção. Além disso, o delegado disse que a história contada pelo chaveiro é conturbada e que não pode ser levada ao pé da letra.
A investigação ainda não acredita que Bernal tenha apresentado o registro de Colecionador, Atirador e Caçador (CAC) e documento da arma calibre 38 que foi usada no assassinato. Os próximos passos da investigação devem provar o momento exato do disparo.
O delegado disse que, caso a suspeita seja confirmada, não houve legítima defesa e que a investigação ainda está em curso.






