COP15 promoveu avanços na proteção de espécies ameaçadas do Pantanal

A 15ª Reunião da Conferência das Partes da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres, conhecida como COP15, foi encerrada em Campo Grande. O evento teve como foco a proteção e conservação das espécies do Pantanal, resultando na inclusão de 40 espécies, subespécies e populações nos anexos 1 e 2 da convenção.

O secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima, João Paulo Capobianco, destacou a ariranha, que passou a ter proteção obrigatória em todos os países onde ocorre. A inclusão da espécie nos anexos 1 e 2 visa garantir medidas de proteção restritas e a cooperação entre nações para sua conservação.

O peixe surubim-pintado, ou pintado, também foi discutido e incluído no anexo 2, a partir de uma proposta do Brasil. A proteção da espécie é importante para a segurança alimentar e o turismo, mas depende da colaboração dos países vizinhos, como Argentina, Uruguai e Paraguai.

Além da ariranha e do pintado, as aves maçarico-de-bico-torto e maçarico-de-bico-virado também foram incluídas no anexo 1, ampliando assim a proteção a diversas espécies ameaçadas no Pantanal.

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