O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul decidiu manter a condenação imposta à Prefeitura de Campo Grande por assédio moral contra uma servidora pública. A técnica de enfermagem, vítima de perseguições por parte da chefia, desenvolveu transtorno de estresse pós-traumático, o que a tornou incapaz de continuar suas atividades laborais.
A decisão unânime do tribunal confirmou a indenização de R$ 20 mil por danos morais, além de assegurar uma pensão vitalícia correspondente a um salário mínimo. A servidora foi aposentada por invalidez após a análise de um laudo pericial que atestou suas condições de saúde.
A situação da servidora reflete um problema maior dentro das relações de trabalho no serviço público, onde casos de assédio moral podem levar a graves consequências para a saúde mental e física dos trabalhadores. A condenação é um passo importante na luta contra esse tipo de abuso e visa proteger os direitos dos servidores.
Além dessa questão, a coluna de hoje também destaca a atuação da jornalista Beatriz Arcoverde, que recebeu o prêmio “Aliada dos Raros” no Prêmio Mulheres Raras. Beatriz, que já trabalhou no Correio do Estado e atualmente é editora na Rádio Agência Nacional, foi reconhecida por seu trabalho em defesa de pessoas com doenças raras e pela promoção da inclusão de pessoas com deficiência.
O prêmio é um reconhecimento ao esforço de Beatriz em dar visibilidade às dificuldades enfrentadas por esses indivíduos e em ampliar o debate sobre inclusão e respeito, fundamentais para combater o preconceito e fortalecer a luta por direitos.
Por fim, o clima eleitoral tem se intensificado na Assembleia Legislativa de MS, com discursos que cobram investigações sobre as contas do governo do estado. O deputado João Henrique Catan levantou questões sobre atrasos e diferenças nos duodécimos, os repasses constitucionais destinados aos Poderes e órgãos de controle, elevando a tensão política na Casa.






