A Saindo da Toca Produções Criativas dará início à pré-temporada do ‘Slam da Toca’ com uma edição demonstrativa durante a I Feira AfroLatinas de Mulheres Negras, Indígenas, Latino-Americanas e Caribenhas, que ocorrerá em Dourados. O evento, que é gratuito, está agendado para o sábado, dia 25, a partir das 17h, no Parque dos Ipês.
O ‘Slam da Toca – edição AfroLatinas’ tem como objetivo apresentar ao público as dinâmicas de uma competição de poesia falada, conhecida como poetry slam. A atividade contará com jurados que serão escolhidos no momento do evento, e os poetas terão até três minutos para suas apresentações, sem o uso de adereços cênicos. Mariane Rodrigues será a slammaster, e quatro poetas convidadas se destacarão: Jadi Ribeiro, Lu Bolada, Safira Efêmera e Walkilaine.
Esse encontro representa a abertura oficial da temporada, que lançará o circuito 2026 do ‘Slam da Toca’. Estão previstas pelo menos cinco edições ao longo do segundo semestre. Os eventos têm como foco a sustentabilidade e o protagonismo das mulheridades, que englobam as diversas vivências e identidades femininas. Além disso, haverá remuneração, premiações artesanais, edições competitivas e um calendário de ações formativas.
As atividades do Slam buscam descentralizar o acesso à cultura e incentivar novos talentos na escrita e na performance poética local. Juliana Faria, produtora executiva, enfatiza a importância de garantir segurança e protagonismo às mulheres envolvidas na produção cultural, afirmando que “não é possível refletir saúde no fazer artístico sem isso”.
A Saindo da Toca, uma crew multi-premiada de mulheres, atua na produção cultural com foco na diversidade e no protagonismo feminino desde 2019, inicialmente com o nome Toca Higiene Íntima Sustentável. O coletivo foi convidado a participar da I Feira AfroLatinas pelo Centro Cultural Quintal de Palmares, que organiza o evento em celebração ao Dia Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha.
Além do Slam da Toca, a programação da feira incluirá uma variedade de atrações, como arte, moda, música, poesia, gastronomia e outras expressões culturais, promovendo um espaço para celebração da ancestralidade, do empreendedorismo e da resistência no Parque dos Ipês.





