Na última segunda-feira, Gabriel entrou em contato novamente e sugeriu uma videochamada para discutir detalhes da integração à frota. A conversa se estendeu por aproximadamente quatro horas, onde Gabriel orientou o caminhoneiro a ficar parado para uma fotografia que supostamente seria utilizada para cadastro no sistema da empresa.
Durante a videochamada, o suposto recrutador pediu que o caminhoneiro compartilhasse a tela do celular, o que acabou levando à fraude. O caso foi registrado como uma fraude eletrônica, evidenciando os riscos que candidatos a emprego enfrentam nas redes sociais e a importância de se manter cauteloso ao lidar com propostas que parecem vantajosas demais.






