Substituições na composição da CPMI do INSS expõem tensões e descontentamentos. A saída de Otto Alencar da relatoria, alegando compromissos eleitorais, já era esperada. Outros membros também sinalizaram intenção de deixar a comissão.
A movimentação coincide com relatos de que o presidente Lula teria decidido retaliar parlamentares considerados ausentes em votações cruciais, como a eleição para a presidência e relatoria da CPMI, que resultou em vitória da oposição.
O deputado Rafael Brito, por exemplo, é apontado como um dos alvos da insatisfação presidencial. Lula teria se ressentido da ausência de Brito na votação, lembrando o apoio dado durante a campanha para a prefeitura de Maceió. O senador Cid Gomes também estaria entre os parlamentares “punidos” pela ausência na votação da CPMI. Até 2024, o senador era do PDT, partido do então ministro da Previdência.
Especialistas apontam para uma estratégia antiga, de desconstrução da imagem de oponentes, que remontaria aos primeiros governos de Lula. A tática estaria detalhada em um livro que descreve um suposto “assassinato de reputações” promovido pelo governo.
Em outra frente, um especialista em Direito Constitucional criticou recentes medidas tomadas contra o ex-presidente Jair Bolsonaro. Já um analista fez um balanço dos governos petistas, afirmando que o partido governou o Brasil por 17 dos últimos 25 anos.
A operação “Carbono Oculto”, classificada pelo governo como a maior da história contra o crime organizado, mobilizou um grande contingente policial, mas resultou em um número limitado de prisões.
A avaliação da liberdade na internet no Brasil, por uma ONG, é de que o país é “parcialmente livre” nesse quesito.
Nos Estados Unidos, a legalidade das tarifas punitivas impostas por Donald Trump está sendo questionada, com a decisão final podendo ficar a cargo da Suprema Corte.
Com as eleições de 2026 se aproximando, o prazo para o cadastro eleitoral está se esgotando.






