Chapéu de designer sul-mato-grossense brilha na Copa do Mundo

Na Copa do Mundo, a arquibancada se transforma em um espaço de moda. Na última segunda-feira (29), Virgínia Fonseca, influenciadora digital, foi vista no estádio usando um chapéu da marca Malu Pires, criada por Maria Luara Pires, empresária do interior de Mato Grosso do Sul, que se tornou referência entre celebridades.

O chapéu, que possui um estilo country e apresenta a palavra “Brasil” na parte frontal, destacou-se no jogo Brasil x Japão, realizado em Houston, no Texas, a 5 mil km de distância de Campo Grande. O acessório pertence à coleção “Copa da Malu”, uma colaboração entre Malu Pires e a RR Fashion, do stylist Rodolfo Rodrigo, que também é responsável por compor o visual de Virgínia, que inclui peças de marcas renomadas como Miu Miu, Cartier e Valentino.

A parceria entre Malu e Rodolfo foi uma ideia que já vinha sendo discutida há algum tempo, conforme explicou Malu. “A gente já vinha, eu e ele, namorando essa vontade de fazer alguma coisa juntos. Ele já conhece a minha marca há um tempo, antes dele ser stylist até”, afirmou. A proposta de criar peças para celebridades, além de Virgínia, foi concretizada com a aproximação da Copa do Mundo.

Ao todo, 16 itens foram desenvolvidos, incluindo bolsas, chapéus e modelos customizados, que misturam referências da cultura brasileira, do universo cowboy e da identidade sul-mato-grossense com um toque de moda contemporânea. “Eu desenvolvi alguns modelos que eu acreditava que faziam sentido, levando também essa pegada do cowboy, do Mato Grosso do Sul, Brasil e essa coisa que está muito em alta, tentando colocar uma pegada fashion”, disse Malu.

Nos stories, Malu compartilhou sua alegria ao ver Virgínia usando o chapéu, brincando sobre completar seu “álbum de figurinha da Copa dos Chapéus”. O preço dos itens varia conforme o modelo, com valores que vão de R$ 200 a R$ 400, enquanto o chapéu utilizado por Virgínia está avaliado em cerca de R$ 500.

O aumento da demanda por chapéus fashionistas durante a Copa trouxe desafios, especialmente em termos de logística, devido à localização da produção em Mato Grosso do Sul. “Está sendo um sucesso. A gente não tem muito tempo [para fazer as entregas rapidamente] e tem essa dificuldade de logística, infelizmente, por estar no Mato Grosso do Sul e não em São Paulo, por exemplo. Mas empreender é isso, lidar com essas adversidades e tentar dar um jeito”, comentou Malu.

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