Repercussão discreta nos bastidores políticos a respeito da prisão preventiva de Jair Bolsonaro. Após o episódio da tornozeleira eletrônica, esperava-se uma manifestação mais enfática por parte de Donald Trump, especialmente considerando a recente suspensão das tarifas sobre produtos brasileiros. No entanto, o ex-presidente americano limitou-se a comentar o caso como “uma pena”.
Enquanto isso, nos bastidores da Casas Bahia, a Mapa Capital, gestora que controla 85% da rede varejista, enfrenta tensões com Michael Klein, herdeiro do fundador. Klein questiona os rumos da nova gestão e busca maior participação nas decisões, além de demonstrar interesse em reassumir o controle da empresa, o que acende um alerta no mercado financeiro.
No cenário artístico, Sophie Charlotte vive a personagem Gerluce na novela “Três Graças”, abordando temas polêmicos como o aborto. A atriz revelou que se inspirou em sua avó para compor a personagem, que retrata uma mulher trabalhadora e vaidosa. Já Anitta, aos 32 anos, vive uma fase mais discreta, dedicando-se a projetos pessoais, incluindo um relacionamento com o empresário Ian Bortolanza, e se conectando com a espiritualidade, além de preparar um audiolivro.
No Distrito Federal, a diretora-adjunta da Secretaria de Administração Penitenciária, Rita de Cássia Caio Siqueira, causou ao se referir a Jair Bolsonaro como “Seu Jair” durante sua prisão, demonstrando ausência de reverência ao ex-presidente.
No Senado, Davi Alcolumbre promete lançar uma “pauta bomba” contra a União, governos e prefeituras, em meio a especulações sobre uma possível indicação de Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federal.
Flávio Bolsonaro criticou aqueles que discutem a sucessão presidencial em meio à situação de saúde de seu pai, referindo-se a eles como “canalhas”.
A Anvisa autorizou a Embrapa a pesquisar o cultivo da cannabis sativa para uso medicinal, uma medida inédita que visa reduzir o preconceito e impulsionar o mercado nacional, que deve atingir R$ 1 bilhão este ano.
Em meio a Operação Carbono Oculto, Roberto da Silva, o “Beto Louco”, e Mohamad Mourad, o “Primo”, estão fazendo delação premiada. Políticos de Brasília e também de São Paulo aparecem nos relatos do delator. No governo Lula, se trabalha com a ideia de que a Carbono Oculto e o caso Master estão interligados.
No Amapá, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre viu um aliado se transformar em alvo de questionamentos no Amapá por levar o fundo de pensão do estado a alocar R$ 400 milhões em papéis da instituição.





