O deputado estadual Paulo Duarte, do PSDB, não escondeu sua insatisfação com os congestionamentos frequentes na BR-163. Em um vídeo publicado nas redes sociais no último domingo, dia 19, ele mostrou a longa fila de veículos parados e criticou a atuação da Concessionária Motiva, afirmando que o nome da empresa já indica o problema: "O motivo para essa confusão. Duplicação que é bom, nada. Esses caras só cobram pedágio". Este não é um incidente isolado; no mês anterior, o deputado já havia enfrentado um engarrafamento na mesma rodovia, permanecendo parado por mais de duas horas devido a um acidente.
Por outro lado, o governador Eduardo Riedel, do PP, participou de uma inauguração em Vista Alegre, distrito de Maracaju, onde foi homenageado o seu avô, Sebastião Alves Corrêa, conhecido como "Seu Tatão". A nova praça, que recebeu um investimento de R$ 3,2 milhões do Governo do Estado, simboliza um legado familiar que Riedel relembrou com emoção durante o discurso. Ele destacou que o avô sempre esteve presente na comunidade, dedicando-se ao povo de Maracaju.
O evento também contou com a presença da primeira-dama Mônica Riedel, além de outros familiares, que se emocionaram ao relembrar a figura de "Seu Tatão". A filha do ex-prefeito expressou a satisfação pela homenagem, ressaltando a importância do legado deixado por seu pai e como ele certamente ficaria feliz em ver a homenagem.
Em um domingo festivo, o ex-governador Reinaldo Azambuja, do PL, aproveitou para degustar um carreteiro na Exponavi, em Naviraí. Em suas redes sociais, ele compartilhou imagens do preparo do prato, que estava sendo feito em uma panela gigante, com capacidade para servir até 400 pessoas, demonstrando seu entusiasmo pela iguaria.
Enquanto isso, o senador Nelsinho Trad, do PSD, iniciou o dia se preparando para uma cavalgada. A atividade, que gerou curiosidade, foi marcada por um mistério em torno do local do evento.
Em uma decisão judicial em Nova Andradina, o juiz Alexandre Marques Borba reabriu um caso trabalhista, reconhecendo a insalubridade do trabalho em escolas e a falha da empresa Queiroz Júnior Serviços em depositar o FGTS. A sentença resultou na rescisão indireta do contrato e na condenação da empresa ao pagamento de verbas trabalhistas, incluindo férias e uma multa de 40% sobre o FGTS, totalizando R$ 30 mil. Como a empresa é terceirizada, o Estado de Mato Grosso do Sul poderá ser acionado para cobrir os custos caso a empresa não cumpra a decisão.






