A 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande decidiu unir os processos associados à Operação Antivírus, que apura desvios de recursos públicos ocorridos no Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e no Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE/MS) entre os anos de 2017 e 2023. As irregularidades somam um total de R$ 27 milhões, envolvendo um mesmo grupo empresarial e servidores públicos em esquemas de improbidade administrativa.
O magistrado Eduardo Trevisan justificou a unificação das ações com base no contrato de tecnologia da informação firmado entre o TCE e a empresa Pirâmide Central Informática Ltda, que também foi contratada pelo Detran. A decisão prevê que os réus respondam de forma conjunta, uma medida que visa tratar de maneira integrada as ações que compartilham o mesmo cerne de irregularidades.
O conjunto de réus inclui a Pirâmide Central Informática, além de José do Patrocínio Filho, um dos sócios da empresa, e outros envolvidos, como Anderson da Silva Campos e Fernando Roger Daga, que também pertencem à empresa. O servidor Luiz Alberto de Oliveira Azevedo é mencionado como um possível






