A ministra Marina Silva, uma das principais lideranças na 15ª Reunião da Conferência das Partes (COP15) sobre a Convenção de Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS), precisou de atendimento médico após passar mal. Ela apresentou um quadro de pressão levemente alta e sentiu enjoo, mas foi atendida pela doutora Ana Helena Germoglio, médica da Presidência da República.
Devido ao mal-estar, Marina Silva não participou da foto oficial da sessão especial, que ocorreu logo após a chegada do presidente Lula no Centro de Convenções Arquiteto Rubens Gil de Camillo. A ministra estava escalada para participar do segmento presidenciável do evento, programado para começar às 18h.
A COP15 da CMS tem como objetivo promover a conservação de espécies e seus habitats em escala global, abrangendo 1.189 espécies. Atualmente, conta com 133 partes signatárias, incluindo 132 países e a União Europeia, composta por 27 nações. A conferência é parte de um tratado das Nações Unidas assinado em 1979, com sua primeira edição ocorrendo em 1985, em Bonn, na Alemanha.
O custo total da COP15 da CMS será de R$ 46,9 milhões, com recursos do governo federal, do governo de Mato Grosso do Sul e de projetos de cooperação internacional. Durante a conferência, Campo Grande deve receber de 2,5 mil a 3 mil pessoas, potencialmente movimentando o turismo local e as redes de hotéis da cidade.





