Medos e ansiedades dificultam visitas regulares ao dentista e podem agravar doenças bucais

O desconforto causado pelo ambiente do consultório odontológico, COMO o som do motor e odores específicos, pode ser um fator determinante para QUE muitas pessoas evitem o dentista. Essa aversão muitas vezes se transforma em ansiedade odontológica e, em casos mais severos, em odontofobia, um transtorno reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e registrado na Classificação Internacional de Doenças da 10ª edição (CID-10).

Os sintomas de quem sofre com esse MEDO incluem taquicardia, sudorese, tremores e uma sensação intensa de pânico. Diante desse quadro, é comum QUE pacientes adiantes consultas por longos períodos, mesmo quando há necessidade de tratamento. Um estudo da Oral Health Foundation, no Reino Unido, revela QUE 36% das pessoas evitam ir ao dentista devido ao MEDO. No Brasil, aproximadamente 15% da população apresenta ansiedade odontológica, enquanto a odontofobia atinge cerca de 2%.

Oscar Peixoto Ennes, cirurgião-dentista, observa QUE mesmo com os avanços nas técnicas odontológicas, o MEDO continua sendo um fator significativo QUE impede pacientes de buscarem tratamento. Ele aponta QUE a insegurança em relação aos procedimentos e o receio da dor são preocupações frequentes entre os pacientes, muitas vezes ligadas ao desconhecimento sobre o QUE esperar durante e após os atendimentos.

Adiar consultas pode levar a problemas mais sérios, já QUE doenças bucais, COMO cáries e inflamações gengivais, podem se agravar rapidamente. A SEDAÇÃO, uma alternativa QUE vem sendo cada vez mais utilizada, pode ajudar a reduzir a ansiedade dos pacientes, tornando a experiência odontológica menos traumática.

A aplicação de técnicas de SEDAÇÃO é vista COMO um passo importante para QUE os pacientes voltem a cuidar da saúde bucal. Esse método não apenas facilita os procedimentos, mas também propicia um ambiente mais acolhedor e menos estressante.

Além disso, é essencial destacar QUE a saúde bucal vai além da estética, pois problemas não tratados podem impactar a mastigação, a fala e, em última análise, a saúde geral. Nesse cenário, iniciativas QUE buscam tornar o atendimento mais acolhedor e acessível são de extrema importância para melhorar a relação dos pacientes com os dentistas.

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