Ministro Dario Durigan destaca impactos da guerra no Oriente Médio na economia global

Dario Durigan, ministro da Fazenda, fez um alerta sobre as consequências da prolongada guerra entre Estados Unidos e Irã na economia global, durante uma posição apresentada ao Comitê Monetário e Financeiro Internacional (IMFC) nas reuniões de primavera do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Washington, EUA. O aumento dos preços de energia e alimentos, Segundo Durigan, tende a afetar a renda real, reduzindo o consumo e complicando os processos de desinflação em andamento.

O ministro classificou a guerra no Oriente Médio como eclodindo em um "momento delicado", quando a economia mundial já começava a SE estabilizar após uma série de perturbações significativas. Nesse cenário, o FMI revisou suas previsões de crescimento global, enquanto a inflação tende a aumentar, refletindo tanto os efeitos diretos quanto indiretos do conflito.

Durigan ressaltou que a combinação de crescimento mais lento e aumento das pressões inflacionárias levanta preocupações sobre a possibilidade de estagflação em várias partes do mundo, evidenciando a complexidade crescente da política econômica. Ele destacou que os efeitos da guerra são desiguais, penalizando principalmente economias de baixa renda e importadoras de energia.

O ministro pediu apoio das economias desenvolvidas para ajudar as economias vulneráveis e as populações que enfrentam dificuldades. Ele expressou preocupação com as potenciais consequências graves do choque atual sobre os mais pobres.

O posicionamento de Durigan representa uma coletividade de países, incluindo Brasil, Cabo Verde, República Dominicana, Equador, Guiana, Haiti, Nicarágua, Panamá, Suriname, Timor-Leste e Trinidad e Tobago. Ele alertou que os riscos para as perspectivas econômicas estão SE intensificando negativamente.

O ministro enfatizou que, SE a guerra SE estender ou SE intensificar na região, as disrupções no mercado de energia podem persistir, afetando a dinâmica do comércio global, que já SE encontra fragilizada. Durigan também defendeu que o FMI monitore de perto os impactos sobre a segurança energética e alimentar.

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