Mato Grosso do Sul figura, pelo terceiro ano consecutivo, entre os 10 estados mais competitivos do Brasil, ocupando a 9ª posição no Ranking de Competitividade dos Estados em 2025. A avaliação, realizada anualmente, considera o desempenho das unidades federativas em 99 indicadores distribuídos em 10 pilares fundamentais.
Os pilares avaliados abrangem áreas cruciais para o desenvolvimento, como infraestrutura, sustentabilidade social e ambiental, segurança pública, educação, solidez fiscal, eficiência da máquina pública, capital humano, potencial de mercado e inovação.
O grande destaque de Mato Grosso do Sul nesta edição é o seu desempenho no pilar de capital humano, no qual alcançou a 2ª colocação em nível nacional. Este pilar avalia o nível educacional da mão de obra, a inserção no mercado de trabalho e seus impactos na produtividade econômica, considerando matrículas nos ensinos técnico, profissionalizante e superior, bem como a qualificação dos trabalhadores em empregos formais.
Além do capital humano, Mato Grosso do Sul apresentou avanços significativos nos pilares de Inovação, Sustentabilidade Ambiental e Eficiência da Máquina Pública. No entanto, o estado registrou quedas nos pilares de Solidez Fiscal e Potencial de Mercado.
No âmbito municipal, Campo Grande se destaca como uma das 100 cidades mais competitivas do país, ocupando a 71ª posição. A capital sul-mato-grossense subiu 15 posições em relação ao ano anterior, impulsionada por avanços em inovação e dinamismo econômico, qualidade da saúde e inserção econômica. O melhor desempenho da cidade foi nos pilares de funcionamento da máquina pública e capital humano.
O levantamento detalhado avaliou 404 municípios brasileiros com mais de 80 mil habitantes. Além de Campo Grande, outras cidades de Mato Grosso do Sul foram avaliadas, incluindo Três Lagoas, Dourados, Corumbá e Ponta Porã.
O ranking anual tem como objetivo fornecer diagnósticos e direcionamentos para a atuação dos líderes públicos, servindo como ferramenta para balizar as ações dos governos estaduais e apoiar a elaboração de políticas públicas baseadas em evidências.






