O TikTok, por sua vez, negou ter havido coordenação de atividades relacionadas ao caso em sua plataforma. A Folha de São Paulo informou que a empresa conduziu investigações e não encontrou evidências de que o incidente tenha sido organizado por meio de sua rede social.
O Discord esclareceu que utiliza um sistema de pontuação de risco para suas transmissões, o que não teria acionado alertas adequados no caso específico da jovem, que se sentiu pressionada e acabou tirando a própria vida devido à situação.
A investigação revelou que um adolescente infrator apreendido no Rio de Janeiro foi o responsável por fornecer instruções detalhadas à vítima sobre como proceder, contribuindo para o desfecho trágico. A delegada responsável pelo caso afirmou que o adolescente deve responder por homicídio qualificado, organização criminosa e maus-tratos a animais, dado que os envolvidos buscavam satisfação pessoal e recompensas financeiras por suas ações.
As repercussões do caso ainda estão em andamento, e a sociedade continua a debater as responsabilidades das plataformas digitais em relação a conteúdos nocivos e a segurança dos usuários.






