Novo projeto garante assentos preferenciais para mulheres em ônibus de Campo Grande

A legislação municipal de Campo Grande agora garante que as mulheres tenham prioridade nos assentos ao lado das janelas dos ônibus urbanos. A medida busca proporcionar maior conforto e segurança às passageiras e já está em vigor em toda a frota do transporte coletivo da Capital.

Embora a prioridade seja dada às mulheres, a nova regra não impede que os bancos ao lado das janelas sejam ocupados por outros passageiros caso não haja mulheres no momento do embarque ou durante a viagem. Essa iniciativa reflete um esforço contínuo da administração municipal para melhorar a experiência das usuárias do transporte público.

Além dessa nova norma, a vereadora Luiza Ribeiro (PT) solicitou a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara Municipal. A proposta surge em meio a preocupações sobre a gestão dos recursos destinados à Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), que, segundo a vereadora, são utilizados integralmente, mas não resultam em melhorias significativas, como a disponibilidade de medicamentos e a redução de prazos para exames.

A investigação proposta pela vereadora visa apurar irregularidades que supostamente envolvem um desvio de R$ 156,8 milhões, além de dívidas que somam cerca de R$ 200 milhões com fornecedores. Questões relacionadas a contratos questionáveis e o não cumprimento de decisões judiciais também estão na pauta da CPI.

No campo político, o deputado federal Marcos Pollon parece estar reconsiderando sua candidatura ao Senado pelo PL, partido ao qual pertence. O recuo de sua esposa, Naiane Bittencourt, de se candidatar à Câmara dos Deputados é visto como um indicativo de que a vaga poderia ser deixada aberta para uma futura negociação na convenção do partido.

Por sua vez, a Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul iniciou a análise da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2027, que foi encaminhada pelo governo do Estado. O projeto prevê um orçamento total de R$ 28,84 bilhões para o ano que vem, o que representa um aumento de 6,06% em relação ao orçamento deste ano.

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