Pedro Bial revela que única vez que votou no BBB foi em participante de MS

Durante entrevista exclusiva ao Primeira Página, enquanto estava em Campo Grande para gravar o documentário “Zahran, Um Sonho no Ar”, Pedro Bial falou sobre um tema que permanece vivo na memória do público sul-mato-grossense: a participação da campo-grandense Priscila Pires no Big Brother Brasil 9, exibido em 2009.

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Naquele ano, a final teve 44 milhões de votos. Apesar de Bial ter falado que Rafinha, quem ganhou o grande prêmio foi Max, que ficou em primeiro com 34,85% dos votos. Priscila Pires ficou em segundo, com 34,61% e Francine Paia ficou em terceiro, com 30,54%.

Ao ser lembrado de que Priscila era considerada favorita por grande parte dos moradores de Campo Grande, Bial foi direto ao reconhecer o carinho especial que tinha pela participante. “Ela foi meu xodó naquela edição. Eu torci muito por ela”, afirmou.

Questionado sobre o motivo de Priscila não ter vencido o reality, o jornalista admitiu frustração com o resultado. “Foi horrível aquilo. Fiquei triste. Não sei dizer exatamente o que faltou”, declarou. Segundo ele, a decisão foi apertada até os momentos finais da votação.

Pedro Bial revelou ainda um episódio pouco comum em sua trajetória como apresentador do programa. “Eu nunca votei em ninguém no Big Brother, porque eu era o apresentador. Mas naquela final, para a Priscila, eu votei várias vezes. Não adiantou”, contou.

Pedro Bial relembra BBB 9
Pedro Bial relembra BBB 9 (Foto: Reprodução)

Para Bial, Priscila sempre foi uma participante que despertou emoção. “Ela me comoveu muito. A história dela, de onde ela vinha, a luta dela. E, apesar de não ter vencido o programa, conseguiu transformar aquela projeção em algo positivo para a vida”, afirmou.

O jornalista disse que reencontrou Priscila anos depois e destacou que ela estava bem e realizada. “Ela estava feliz, mãe, e isso me deixou muito contente. Tenho um grande carinho por ela”, acrescentou.

Ao ser provocado sobre a possibilidade de a derrota estar relacionada a preconceito de gênero, Bial adotou cautela, mas compartilhou uma reflexão pessoal. “Isso pode ser uma interpretação leviana”, ponderou.

Ainda assim, arriscou uma leitura do contexto da época. “Talvez as mulheres não tenham votado em mulher. Elas votaram no que tinha aquele jeito mais fofinho, mais menino. Já a Priscila era uma mulher muito forte, muito autêntica”, analisou.

Bial fez questão de ressaltar que se trata apenas de uma especulação. “É só uma leitura possível, nada além disso”, concluiu.

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