Criado em 2006, um programa de certificação de boas práticas agrícolas rendeu, nos últimos 10 anos, R$ 11 milhões a produtores de soja do norte de Mato Grosso. A informação é da coordenadora do CAT (Clube Amigos da Terra) Sorriso, responsável por mobilizar agricultores à adesão.
Cristina Delicato foi entrevistada no Agro de Primeira MT desta semana ao lado da assistente de projetos do CAT, Andreia Sousa.
Neste corte, elas explicam como funciona a certificação internacional da RTRS (Round Table on Responsible Soy) que paga até US$ 4 dólares por tonelada de soja produzida dentro de propriedades que cumprem 106 critérios socioambientais, de boas práticas agrícolas, conformidade legal, condições de trabalho justas e responsabilidade comunitária.

O CAT atua na gestão do grupo, documentação, mercado e administração desses créditos.
A entidade começou com 9 propriedades inscritas no programa internacional de certificação. Hoje são 54. Na última safra, 690 mil toneladas de grão físico foram certificadas e viraram créditos de boas práticas agrícolas.
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