Neste domingo, 12, Viktor Orbán, o primeiro-ministro da Hungria, declarou que seu partido, o Fidesz, sofreu uma derrota nas eleições parlamentares, descrevendo o resultado como "doloroso". Esta derrota encerra um período de 16 anos em que Orbán esteve no poder, sendo uma figura influente no movimento de extrema-direita global.
O partido Tisza, liderado pelo opositor Peter Magyar, foi o vencedor das eleições, cujos resultados iniciais ainda estão em apuração. Em Budapeste, Orbán parabenizou o partido vitorioso e afirmou que continuará a servir a nação húngara a partir da oposição.
Líderes europeus congratularam Magyar pela vitória. Emmanuel Macron, presidente da França, expressou sua satisfação, ressaltando a adesão do povo húngaro aos valores da União Europeia e a importância de avançar juntos em direção a uma Europa mais soberana.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, também manifestou sua alegria com o resultado, afirmando que a Hungria optou por um caminho europeu e que a união entre as nações se fortalece com essa escolha.
O primeiro-ministro da Suécia, Ulf Kristersson, e o chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, também congratularam Magyar, destacando a importância dessa mudança política e o desejo de colaboração em prol de uma Europa unida e forte.
Enquanto as urnas ainda não foram 100% apuradas, o resultado parcial já indica a derrota de Orbán, que se pronunciou sobre a vitória da oposição em sua capital.






