A nova pesquisa Quaest revelou um empate entre Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT), com ambos marcando 41%. Essa situação causou desânimo no Planalto, especialmente no gabinete de Lula, onde a ascensão de Flávio foi um fator determinante. A pressão levou Gilberto Kassab, presidente do PSD, a acelerar a definição de seu candidato, que inicialmente pretendia adiar até abril.
A pesquisa indica que Fernando Haddad é o petista mais bem posicionado para substituir Lula, que não deseja encerrar sua carreira política derrotado por Flávio, filho de seu maior adversário. A escolha do PSD deve recair sobre Ratinho Jr., governador do Paraná, que possui mais tempo de “janela” para se candidatar.
No Senado, 77 propostas legislativas apresentadas por cidadãos estão paradas, aguardando análise da Comissão de Direitos Humanos. Sugestões como novas regras para compras no e-commerce internacional e a redução do número de deputados federais também permanecem sem movimentação.
Enquanto isso, o PSD tenta se posicionar como uma alternativa viável nas próximas eleições, defendendo a ideia de menor rejeição e uma candidatura própria no primeiro turno, com foco em valorizar o apoio no segundo turno. A pesquisa Quaest de agosto do ano passado mostrava uma diferença favorável a Lula, que diminuiu ao longo dos meses, indicando que Flávio pode estar à frente em breve.






