Cenário político inusitado na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul

Na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul, neste ano eleitoral, o cenário está inusitado. Os parlamentares, em tom de ironia, comentam que não se sabe se o PT passou a ser formado por quatro deputados ou se o Novo é que teria o mesmo número. Isto porque está vigorando o estilo “levanta a bola que eu chuto” entre os petistas Pedro Kemp e José Orcírio e João Henrique Catan, do Novo e representante da direita conservadora.

Essa nova “aliança” tem como alvo preferido a administração de Eduardo Riedel. Vai vendo… “No pé” Por falar no deputado José Orcírio, quem entrou na mira dele foi o ministro dos Povos Indígenas, o sul-mato-grossense Eloy Terena, sob acusação de aproximação com “setores bolsonaristas”, conforme requerimento apresentado na Assembleia de MS e a ser encaminhado ao Planalto.

Mais O dirigente do órgão chegou até a ser chamado de “traidor”, porque estaria circulando com pré-candidatos da direita o que, segundo o denunciante, é uma atitude incompatível, e, por isso, passível da tomada de providências político-administrativas.

Giovanna Trad Dra. Ana Valéria Ramirez Borrasca O ex-prefeito Marcos Trad e a prefeita Adriane Lopes estão em meio ao turbilhão criado com as prisões na Operação Buraco Sem Fim, que levou uns e outros para a cadeia. Politicamente, ambos estão de lado opostos, mas isso não invalida o fato de que caminharam juntos no período em que o acusado principal atuava por lá.

Adriane preferiu o silêncio, enquanto Trad resolveu “atacar o mensageiro e não a mensagem”. Fora de foco Nos bastidores, tem políticos dizendo que Marcos Trad preferiu defender o ex-subordinado, criticar a operação policial e insinuar que a ação ocorreu no período de eleições, causando-lhe “estranheza”. O fato, segundo eles, é que casos dessa natureza causam “furor” entre a população.

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