Vereador propõe novo local para o Hospital Municipal em Campo Grande

A busca por um novo espaço para o Hospital Municipal de Campo Grande ganhou uma nova proposta. O vereador Ronilço Guerreiro indicou um terreno na intersecção das avenidas Ernesto Geisel e Mascarenhas de Moraes como uma alternativa a ser considerada pela Prefeitura. A sugestão surge após o município ter desistido da área anteriormente prevista, localizada no bairro Chácara Cachoeira. Ambas as licitações realizadas para a viabilização do projeto na Chácara Cachoeira não atraíram empresas interessadas, levando a administração municipal a explorar novas opções para o desenvolvimento do hospital.

A Secretaria Municipal de Saúde comunicou que a Prefeitura está reavaliando possibilidades e que a prioridade será dada a áreas que estejam próximas às saídas da cidade, facilitando o acesso da população à rede pública de saúde. Nesse contexto, Ronilço Guerreiro defende a inclusão do terreno na Avenida Ernesto Geisel entre as opções a serem analisadas pelo Executivo. Até o presente momento, essa proposta não representa uma decisão oficial sobre a nova localização do hospital.

O vereador justifica sua sugestão com base na localização estratégica do terreno, que possui conexão com importantes corredores viários da cidade. Para ele, essa localização poderia facilitar o deslocamento de moradores de diversas regiões de Campo Grande, incluindo aqueles que utilizam o transporte coletivo. A proposta de Ronilço Guerreiro ainda precisa passar pela avaliação da Prefeitura, caso seja incorporada ao conjunto de locais em estudo para a nova unidade hospitalar.

Antes que uma definição seja alcançada, diversos fatores deverão ser considerados, tais como a propriedade do terreno, suas dimensões, a infraestrutura disponível, a acessibilidade, os impactos na área circundante e a viabilidade técnica do projeto. O vereador enfatiza que a facilidade de acesso deve ser um critério importante na escolha do novo local, especialmente considerando que o Hospital Municipal atenderá a população pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O planejamento inicial do hospital previa um investimento de R$ 210 milhões para a construção, além de R$ 80 milhões destinados à aquisição de mobiliário e equipamentos médicos. Estimou-se também cerca de R$ 20 milhões anuais para serviços de manutenção e outras atividades após a conclusão das obras, que deveriam durar aproximadamente 24 meses a partir do início da construção. Com a desistência da área na Chácara Cachoeira e a busca por um novo local, a implementação do hospital agora dependerá da escolha do terreno e das próximas etapas que a Prefeitura adotará para a viabilização do projeto.

O Correio do Estado tentou entrar em contato com a Prefeitura de Campo Grande para obter informações sobre a avaliação do terreno sugerido pelo vereador e sobre as outras áreas que estão sendo analisadas. Até o momento da publicação desta reportagem, a Prefeitura não havia respondido aos questionamentos feitos.

Compartilhe :

Facebook
Twitter
LinkedIn
Pinterest