Mato Grosso do Sul é epicentro da Chikungunya, com 63% das mortes no país

A Chikungunya continua a assustar Mato Grosso do Sul. Segundo o boletim atualizado pela Gerência Técnica de Doenças Endêmicas da SES, o estado já registrou 12 mortes, o que representa 63% das mortes por essa arbovirose no país.

O panorama da doença no estado é ainda mais alarmante, já que a marca de 12 mortes foi atingida três meses antes do pior período de toda a série histórica, uma diferença de doze semanas epidemiológicas.

A análise sobre os históricos de boletins da SES indica até mesmo uma maior letalidade, já que os 12 óbitos confirmados em 2025 estavam dentro de um universo de 5.428 casos confirmados, diante de 2.639 confirmações de Chikungunya para o mesmo universo de doze mortes neste ano.

O município sul-mato-grossense de Dourados aparece atualmente como o epicentro da Chikungunya, que registrou a primeira morte em área urbana mais recentemente, após uma proliferação que teve início nos territórios indígenas locais.

A confirmação da causa ocorreu ontem, após análise laboratorial realizada pelo Laboratório Central.

A distribuição espacial das mortes por Chikungunya em Mato Grosso do Sul é preocupante, com os demais óbitos sendo registrados em outros municípios.

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