O Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) desencadeou uma operação na manhã do dia 1º de maio, que culminou na prisão de cinco pessoas em Campo Grande e em outros municípios do interior de Mato Grosso do Sul. Denominada Malleus, a ação teve como objetivo o cumprimento de mandados de prisão em aberto de indivíduos vinculados a organizações criminosas que praticam crimes violentos.
Os cinco detidos foram identificados como Erasmo Venancio Barbosa, Rafael Henrique Ruiz de Souza, Rafael Macedo de Souza, Rafaela Costa dos Santos e Kethleen Novaes de Souza. Eles respondem por crimes como estupro de vulnerável, tráfico de drogas, associação para o tráfico, roubo, organização criminosa, receptação, ameaça e desacato. As prisões ocorreram em Campo Grande, Corumbá e Água Clara.
O Tenente Coronel Rigoberto Rocha, do BOPE, destacou que essa operação é parte de uma rotina de ações que visa o combate a facções criminosas. "É importante ressaltar que essa operação do BOPE é uma ação que acontece de tempos em tempos, é algo da nossa rotina. Nós estamos empenhados no combate dessas facções", afirmou Rocha, enfatizando a continuidade do trabalho conjunto com outras unidades da Polícia Militar.
Durante a operação, Daniel da Anunciação Barbosa e Ivan da Anunciação de Jesus foram mortos em confronto. O Tenente Coronel Rocha também informou que, nos primeiros cinco meses do ano, a Polícia Militar cumpriu 1.867 mandados de prisão de criminosos em Mato Grosso do Sul. Embora nem todos os indivíduos presos estivessem ligados a facções, todos possuíam mandados em aberto.
Rocha ressaltou que a situação em Mato Grosso do Sul em relação às facções criminosas é considerada "tranquila" e afirmou que a força do BOPE e da Polícia Militar é suficiente para combater a criminalidade. "A gente tem que repassar isso para o cidadão, a situação no Estado é uma situação muito tranquila. A força da Polícia Militar, a força do BOPE, ela faz frente a esse tipo de criminoso, independente de qual", garantiu.
O Tenente Coronel também explicou que as organizações criminosas no estado são, em sua maioria, desorganizadas e que o BOPE mantém vigilância constante sobre elas. "A gente dá uma atenção a esse integrante que se diz de organização criminosa, mas o que a gente apura, na realidade, é que são desorganizados, descapitalizador, e que aqui no Estado não impera e não vai imperar", declarou.






