Curiosidades sobre as eleições de 2022 em MS: ex-presidentes e governadores na disputa

As eleições de 2022 em Mato Grosso do Sul prometem ser um cenário interessante, com a disputa das 24 cadeiras da Assembleia Legislativa envolvendo quatro ex-presidentes e um atual que deixará o cargo ao final do ano, seja reeleito ou não. Entre os ex-dirigentes que irão concorrer estão Londres Machado, Paulo Corrêa, Junior Mochi e Jerson Domingos, além do atual presidente Gerson Claro. A disputa se intensifica ainda mais com a presença de dois ex-governadores: André Puccinelli e José Orcírio.

Além das movimentações políticas, um curso online e gratuito está sendo oferecido para capacitar os interessados em combater a desinformação, com 100 vagas disponíveis e financiamento da União Europeia. O curso, intitulado "Democracia, Europa, Extremismo de Extrema-direita: Neutralizando Perigos", será realizado pelo Centro Universitário Integrado de Campo Mourão, entre 6 de julho e 8 de agosto. As inscrições estão abertas no site defend.grupointegrado.br.

Os participantes terão acesso a um corpo docente formado por doutores e pesquisadores do Brasil e de outros países, incluindo Portugal, Rússia, Itália e África do Sul. O conteúdo do curso abordará temas como a regulação das Big Techs, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e o papel da ciência no combate à desinformação. As aulas ocorrerão durante o período noturno e contarão com tradução simultânea para outras línguas.

No âmbito político, o deputado federal Luiz Ovando, que se mostrava tranquilo no Partido Progressista (PP), expressou descontentamento com a recente filiação de Dagoberto Nogueira ao mesmo partido. Os dois parlamentares trocariam farpas em virtude de uma questão de identidade política que, ao longo de suas trajetórias, deixou marcas significativas. A expectativa é que essa situação reforce as divergências entre eles, uma vez que ambos tendem a se alinhar à esquerda.

A disputa política em Mato Grosso do Sul se intensifica à medida que as eleições se aproximam, com figuras proeminentes e ex-mandatários buscando reestabelecer suas influências no cenário estadual. O que se observa é um ambiente em que as alianças e rivalidades podem determinar os rumos das eleições de 2022, especialmente considerando a diversidade de candidatos e a relevância dos temas a serem abordados durante o pleito.

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