No último dia 5 de junho, o Museu José Alves Cavalheiro, localizado em Amambai, sediou o evento intitulado "História e Meio Ambiente: Diálogo Possível e Necessário". A atividade, que coincidiu com o Dia Mundial do Meio Ambiente, reuniu autoridades, pesquisadores e membros da comunidade para debater a preservação do patrimônio histórico e ambiental da região, com ênfase nas iniciativas de revitalização da Usina Panduí, que se aproxima de seu centenário.
Um dos momentos mais significativos do encontro foi a entrega de documentos históricos relacionados à Usina Panduí, que foram doados ao museu por Ana Luiza Abrão, gestora da RPPN Ernesto Vargas Baptista. Essa doação fortalece o acervo do museu e as ações voltadas para a preservação da memória local.
O evento contou com a presença de várias autoridades, como o secretário municipal de Meio Ambiente, José Willian, que representou o prefeito de Amambai, Sérgio Barbosa. Também estiveram presentes a secretária municipal de Educação, Rosemeire Charão; a vereadora de Amambai, Cida Farias; a vereadora de Iguatemi, Miriam Krenczynski; o gerente da UEMS de Amambai, Flávio Rodrigues Lhopes; o diretor do Museu José Alves Cavalheiro, Albertino Fachin Dias; e o ex-presidente do Rotary Club, Paulo Henrique Pereira, conhecido como Cuca. A Cabo PM Mariana, coordenadora do Projeto Florestinha, também participou do evento, acompanhada de alunos envolvidos na iniciativa.
Ana Luiza Abrão destacou a importância do encontro e como a mobilização para a preservação da Usina Panduí ganhou força a partir da divulgação do projeto desenvolvido pela arquiteta Bianca Machado. Segundo ela, o movimento começou após uma matéria divulgada pelo diretor do museu, Albertino Fachin Dias, sobre o trabalho acadêmico da arquiteta, que visa revitalizar e ressignificar a área.
Durante a cerimônia, Clésio Damasceno, diretor do jornal A Gazeta, recebeu de Ana Luiza exemplares de jornais e materiais históricos que passarão a fazer parte do acervo de pesquisas e registros documentais da região.
A programação do evento incluiu palestras sobre Meio Ambiente, patrimônio histórico, sustentabilidade e preservação da memória regional. Também foi realizado um plantio simbólico de mudas de erva-mate, reforçando a importância da união entre poder público, instituições culturais e a comunidade.






